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Profissão, Mãe

E suas Competências Emocionais Fundamentais

Todas sabemos que ser mãe não é tarefa fácil, é como uma segunda profissão, com funções nem sempre tão bem definidas, que exigem dedicação, esforço, horas de sono, sem direito a férias, 13º salário, adicional insalubridade, etc. Em contrapartida, com benefícios emocionais infinitos e gratificações pelo trabalho realizado, muitas vezes intangíveis, mas tão poderosos que compensam toda dedicação. Esses benefícios são entregues em sorrisos e sentimentos positivos que nos abastecem diariamente.

Porém, para enfrentar essa missão que é a maternidade, é importante conhecer o que temos de melhor e descobrir o que podemos desenvolver para oferecer ainda mais. Nesse processo, é imprescindível tomar consciência sobre nossas habilidades emocionais para oferecer um ambiente seguro e equilibrado aos nossos filhos.

Quem nunca se deparou com mães autoritárias demais, liberais demais, distantes demais ou próximas demais? Nada “demais” pode ser considerado saudável. Por exemplo: uma mãe muito presente pode sufocar seu filho e não permitir que ele tenha espaço suficiente para ser quem realmente é, enquanto uma mãe distante pode passar a mensagem de não se importar, comprometendo a autoestima e autorealização do filho.

 

O segredo está no equilíbrio

Ser mãe requer um equilíbrio emocional sobre-humano do ponto não somente de gerenciar as próprias emoções, mas ser evoluída o suficiente para entender como seu comportamento impacta e forma o filho. Precisamos estar bem para fazer o bem, mesmo quando necessário certa rigidez. Mas quais capacidades emocionais uma mãe deveria ter?

 

As Habilidades Emocionais de uma Super Mãe

Autopercepção

Uma boa mãe compreende suas próprias emoções, assim como possui autoestima para se manter sempre disposta para cumprir sua função. A autorealização também é um fator importante e visto que a maioria das mães se sentem realizadas com a maternidade, é preciso investigar quando uma mãe se sentir depressiva ou com sinais de arrependimento.

Empatia

Um dos pontos de partida é possuir empatia. Primeiro porque seu filho estará se descobrindo e vivendo momentos diferentes dos seus e você tem que entender isso a partir da perspectiva dele. Outro ponto é que de acordo com o perfil dele, é necessário respeitar a individualidade e apoiar as decisões importantes, mesmo que elas sejam diferentes das suas.

Teste de Realidade       

Perceber de forma realista o que o filho faz de bom assim como o que ela faz de ruim é fundamental para educar corretamente, caso contrário seu filho poderá ter atitudes incorretas ou mesmo prejudicar quem estiver ao redor e você ao invés de repreender, o defenderá. Falta de percepção não colabora para a formação de um adulto responsável.

Tolerância ao estresse

Um filho é um compromisso para o resto da vida e, principalmente nos primeiros anos de vida, o que pode ser extremamente estressante, visto a dependência que a criança tem com a mãe. Uma boa dica é perceber quais são os sinais que você mesma dá quando está muito sobrecarregada e contar com a família ou amigos para dividir um pouco a responsabilidade. Ter momentos só para você também pode ajudar muito.

 

Somente conhecendo nossas próprias emoções, poderemos gerenciá-las e impactar positivamente não somente a forma que lidamos com nossos filhos, mas em todos nossos relacionamentos interpessoais e em nossa qualidade de vida!

 

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A paixão de nossa consultoria de desenvolvimento humano é impulsionar cada indivíduo a explorar positivamente seu potencial através do autoconhecimento, proporcionando o seu crescimento e evolução na vida. Para isso, criamos valor com soluções de vanguarda e disseminamos nosso saber.

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